Beco Diagonal ― do seu jeito sempre
4 - Posse

[b:26upri38]N/A.:Este capítulo contém cenas adultas.[/b:26upri38]

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Depois daquela briga muitas outras aconteceram, sempre ocasionadas pelos ciúmes de Draco. Ele não se desculpou, pois realmente acreditava estar certo. E Astoria compreendeu que tinha um elemento a mais com que se preocupar em relação ao marido.
Nada, porém, preocupava-a tanto quanto a falta da realização do maior desejo de Draco: ser pai.
Um ano já havia se passado e nem sinal de um bebê. Ambos ficavam constrangidos quando questionados sobre quando teriam seu herdeiro. A verdade é que não faltavam tentativas. Mas o bebê simplesmente não vinha.
Entediada, Astoria tentava se ocupar com as atividades da casa, mas não havia nada naquela mansão cheia de empregados que ela pudesse fazer.
Certa noite, durante o jantar, Draco a observou com preocupação.
-Querida, você está muito bronzeada.
-Você acha? ―Indagou a jovem. ― Pensei que você iria gostar.
-Gosto de um pouco de cor, mas está demais! Você está torrando ao sol ou o quê?
-Ah, Draco. Não tenho nada para fazer aqui, por isso acabo passando muito tempo na piscina.
Draco deu uma risada desdenhosa típica dele, e que Astoria detestava.
-Ora, trate de ler alguma coisa, sei lá! Deve haver algo com que se ocupar. Vai acabar doente se ficar se expondo ao sol todos os dias.
Astoria encarou seu prato com tristeza. Não queria discutir com o marido. "Ótimo", pensou ela, "menos uma coisa com que me ocupar. Por que não me dá logo um tiro no ouvido?"
Draco notou a chateação dela.
-Você reclama demais. Qualquer mulher ficaria feliz em ter um bom marido, uma casa como esta, filhos para cuidar...
-Filhos ― ela interrompeu. ―Se ao menos meu marido conseguisse me fazer um.
Draco repousou os talheres e a encarou com raiva. Ela percebeu que tinha ido longe demais.
-Você acha que é minha culpa? ― indagou Draco, sua voz baixa e perigosa.
-Desculpe-me. Não quis ofendê-lo.
Ele ignorou suas palavras.
-Em vez de me acusar, devia procurar um médico para curar seu útero seco! ―Draco disparou. Astoria o encarou, com tanta raiva quanto ele:
-Eu já pedi desculpas! Não precisa me insultar!
-Não sei o que mais você quer! Leva uma vida de rainha, a única coisa que lhe peço é um filho e nem isso você me dá, e ainda se acha no direito de me atormentar! ― Draco levantou-se e atirou o guardanapo na mesa, resmungando: - Até perdi o apetite. ― E subiu para o quarto, deixando Astoria sozinha.
Ela permaneceu à mesa por vários minutos. Desejou que encontrasse o marido dormindo quando chegasse ao quarto. Sabia que o tinha magoado, mas ele tinha devolvido a ofensa com todo o requinte de maldade, então, não se preocupou com isso. As empregadas apareceram para tirar a mesa e a olharam com piedade, sem que ela notasse. Já era bem tarde quando resolveu ir deitar-se, aliviada por Narcisa não ter presenciado a briga.
Ao chegar ao quarto, Astoria percebeu que Draco se deitara, mas ainda estava acordado. Fingiu não notar e começou a se trocar, sentindo o olhar dele sobre seu corpo.
E percebeu que ele estava sentando-se na cama.
-Você está torrada de sol e eu só vejo a marca da calcinha do biquíni. O que houve com a marca da parte de cima?
-Não tem marca ― ela respondeu tranquilamente ― porque eu faço topless.
-O QUÊ? ― Draco gritou, saltando da cama. ―Topless, nessa casa cheia de empregados?
-Empregados que recebem ordens expressas para ficarem longe da piscina quando eu estiver lá.
-E você acha que eles vão obedecer, sua idiota? A esta altura todo mundo já deve tê-la visto nua! ―Ele suspirou, irritado, com uma das mãos no rosto. ― Você vai parar com isso, e eu vou mandar todos os empregados embora amanhã.
Astoria já estava cansada de brigas e respondeu calmamente:
-Não seja imbecil. Como vai substituir empregados de uma hora para outra? Não se preocupe, querido, a partir de amanhã não irei mais à piscina. Vou ficar enfurnada neste quarto, pois me parece que é a única coisa que te faz feliz.
Draco, insatisfeito, aproximou-se dela e disse lentamente:
-Você não entende que eu quero protegê-la, não é?
-O que você quer é me matar de tédio.
Draco a observou por alguns instantes, disposto a continuar discutindo. Mas foi distraído pelo decote da camisola da esposa que, ao notar o olhar dele, virou-lhe as costas e diante da penteadeira começou a escovar os cabelos. Mas já era tarde. Ela logo percebeu como aquela noite iria terminar.
Sentiu as mãos de Draco em sua cintura, primeiro com delicadeza, logo depois puxando-a com força contra o seu corpo.
-Matá-la de tédio? De jeito nenhum. Quero te matar de outra coisa. Quero te deixar morta de prazer. ― Ele sussurrou, com a boca bem perto da orelha de Astoria, que já sentia um arrepio percorrer-lhe o corpo.
Ele começou a beijar-lhe o pescoço e ela observava-o pelo espelho, tentando não se deixar seduzir.
-Você acha que isso resolve tudo, não é?
-Resolver, não resolve, mas com uma mulher linda dessas no meu quarto, por que vou perder tempo brigando? ―ele retrucou, sem tirar os lábios do pescoço dela.
-E se eu não quiser? ― A voz de Astoria soou mais baixa e sensual.
-Vai ter que me convencer. ― Draco sorriu e a fez virar-se para ele. Então segurou-a pela cintura com força e começou a beijá-la.
Enquanto seus lábios se exploravam ele a levantou e a colocou sentada sobre a penteadeira. Vários frascos de perfume se espalharam, alguns caíram no tapete macio do quarto. Draco e Astoria se encararam intensamente. Ela queria ter forças para repeli-lo após a discussão, mas vê-lo a desejando tão ardorosamente a excitava e ela não conseguia fazer outra coisa senão desejá-lo também.
Draco pousou as mãos nas coxas da esposa e foi subindo devagar, levantando a camisola de Astoria e tirando-a. Logo depois puxou sua lingerie lentamente, brincando com a peça enquanto a fazia percorrer aquele belo par de pernas. Astoria curvou-se levemente para beijá-lo e enquanto isso foi tirando a blusa dele. Draco afastou-se por alguns segundos da esposa e terminou de se despir, e ao voltar, encaixou-se entre as pernas dela e a puxou para a beirada da penteadeira, encaixando seus corpos cuidadosamente.
Astoria sorriu com aquela novidade. Nunca tinham feito amor daquele modo. Draco demonstrava fôlego de atleta ao segurar seus quadris e movê-la de modo a proporcionar o máximo possível de prazer aos dois. Após longos minutos, ele a abraçou e a puxou para fora da cômoda. Ela entrelaçou sua cintura com as pernas e ele a conduziu para a cama. E assim, terminaram a noite sob seus lençóis, sem resquício algum da discussão que tinha acontecido. Como de costume, Draco a arrastara para encerrar a briga do modo que mais lhe agradava: na cama. E como não havia nada que Astoria pudesse fazer a não ser aceitar, entregou-se apaixonadamente.
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Na manhã seguinte, Narcisa já estava de volta. Observou o casal atentamente, sem fazer comentários.
Astoria terminou seu café da manhã e anunciou que iria sair. Draco não se opôs, após ela explicar detalhadamente cada passo que daria fora de casa: salão de beleza, loja de roupas, casa da irmã.
Quando ela saiu, Narcisa dirigiu-se a Draco.
-Estou preocupada com Astoria, Draco.
-Por que? Ela andou queixando-se de mim?
-Não é isso, filho. É que ela me parece... Infeliz.
Draco ergueu as sobrancelhas.
-Infeliz? Que motivos ela tem para isso?
-Ela está morrendo de tédio aqui. Está chateada por não conseguir engravidar, sente a falta das atividades que fazia. Por isso está sempre chateada.
-Mas o que você queria, mamãe? Ela agora é uma mulher casada. Tem que viver como uma senhora casada, oras!
-Compreendo. Mas ela precisa se ocupar com alguma coisa. Se ela pudesse trabalhar...
-Não quero minha mulher trabalhando fora ― cortou Draco. ―Tenho bastante dinheiro para sustentá-la.
-Não se trata disto. Trata-se de ocupar a mente dela com algo útil. ― Narcisa suspirou penosamente antes de prosseguir com expressão contrariada: - Outro dia eu a flagrei na cozinha, conversando com as cozinheiras. Imagine! Uma mulher de classe conversando com uma cozinheira! Mas ela faz isso porque sente-se só e entediada.
-Tudo bem. Vou conversar com ela. Verei o que posso fazer para contornar isso.
Após conversar longamente com a esposa e ouvir suas queixas, Draco resolveu atender a um de seus caprichos. Logo Astoria voltou a se ocupar com seu antigo trabalho. Ela produzia belas jóias em ouro. Draco montou nos fundos da mansão uma pequena ourivesaria, onde ela trabalhava mais pela distração do que pelo dinheiro, produzindo anéis, colares e pulseiras personalizadas que enchiam os olhos de suas amigas.
Certo dia, Draco apareceu de surpresa na aconchegante oficina.
-Você por aqui? O que houve? ― ela disse, com um sorriso feliz.
-Vim ver as jóias que minha querida esposa produz e que todos tanto elogiam. ―Draco respondeu, segundos antes de notar a ausência da aliança na mão de Astoria. Seu humor mudou instantaneamente após esta constatação. Agarrou a mão dela com força e perguntou: "Onde está a sua aliança?"
A jovem ergueu as sobrancelhas e indicou com a cabeça uma pequena mesa, onde a aliança repousava sobre um lenço. "Tirei para não correr o risco de estragá-la com produtos químicos", comentou calmamente.
-Desculpe ― respondeu Draco, corando constrangido e soltando a mão dela.
Astoria acariciou o rosto do marido.
-Isso tem que parar, Draco. Seus ciúmes estão te deixando cego.
-Não é ciúme, é cuidado. Tenho que tomar conta do que é meu.
-Você se preocupa à toa. Sou leal a você.
-Mesmo assim acho bom cuidar de você.
Astoria sorriu e começou a arrumar seu material de trabalho. Enquanto isso, Draco ia olhando as peças já prontas.
-Você realmente tem boas mãos. São jóias lindas.
Astoria sorriu.
-Espere até ver esta aqui.
Ela pegou um pequeno embrulho em tecido e entregou a Draco. Ao abri-lo ele viu um anel de ouro ricamente trabalhado, enfeitado com uma esmeralda e, sob ela, o brasão da família Malfoy.
Draco sorriu, encantado.
-Que coisa mais linda, meu bem.
-Que bom que gostou! ―Astoria sorriu, orgulhosa. ― Fiz para você. Trabalho nele há dias. Finalmente consegui terminar.
Draco a abraçou afetuosamente e beijou sua cabeça.
-Este anel vai ficar na nossa família para sempre. Vou passar para o nosso filho, e ele passará para nosso neto, e assim por diante.
Astoria se aconchegou nos braços do marido. Ele apertou o abraço e indagou delicadamente:
-Quando vamos ter nosso bebê, heim?
Astoria respondeu, ainda abraçada a Draco:
-Estamos tentando, não estamos? Não sei por que ele ainda não veio.
-Você precisa ir ao médico.
-Já fiz todos os exames, Draco. Exames bem chatinhos, inclusive. Está tudo certo comigo, o médico disse que posso engravidar a qualquer momento.
Astoria olhou furtivamente para o marido.
-Acho que se você também procurasse um médico...
-Não há nada errado comigo. ― Cortou Draco. ― Por acaso em alguma das nossas transas eu deixei de satisfazê-la?
-Não é isso, Draco. ― Continuou Astoria, serenamente. ― Infertilidade não tem nada a ver com virilidade.
-Eu não sou infértil! ― Exclamou Draco, impaciente, soltando a esposa e afastando-se dela. ―A gente só está um pouco sem sorte.
-Se é o que pensa, tudo bem. ― Concluiu Astoria, cansada. ― vamos continuar tentando. Pronto.
Aproximou-se de Draco e o abraçou novamente. E assim permaneceram por vários minutos, remoendo sua angústia.

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Casada, rica, bem posicionada na sociedade. Astoria tinha tudo para ser feliz. Mas sentia-se só. Draco era atencioso com suas necessidades, mas apesar de seus ciúmes excessivos, pouco se fazia presente em seu dia-a-dia e ela, cada vez mais ligada a ele, sentia-se carente. Às vezes, sua sensação era a de que Draco só se interessava por ela em troca do herdeiro que tanto queria, como se não houvesse nenhum interesse especial nela.
Numa das noites de quarta-feira, enquanto ele estava com os amigos, Astoria rolava na cama, louca de desejo, e sabia que não adiantaria nada esperar pelo marido, que sempre voltava tarde dessas ocasiões. Mas ela estava irrefreável. Nunca sentira tanto desejo, e o marido não estava ali para satisfazê-la.
Sem suportar por mais tempo, resolveu pôr em prática algo que aprendera recentemente.
Apagou as luzes do quarto e foi para a cama. No silêncio e escuro do ambiente, despiu-se lentamente enquanto acariciava os próprios seios. Imaginava que aquele toque era o toque de seu marido. Sentia o seu corpo se preparando para a relação que não iria acontecer por ele não estar ali. Então passou a mão pelo próprio corpo, acariciando sua intimidade, tocando seus pelos delicados, experimentando as sensações que aquele toque provocava. No começo, sentiu vergonha. Aquela era uma atitude muito inadequada para uma senhora casada, pensou. Porém, não se bloqueou e continuou a se acariciar e foi conhecendo cada parte do seu corpo, cada ponto de prazer, e logo entregou-se e começou a experimentar um pouco daquelas sensações que tinha com o marido. O som de seus sussurros enchia o quarto e seu corpo se movimentava freneticamente. Era bom, afinal. Suas mãos movimentavam-se loucamente e ela já sentia espasmos percorrendo-lhe o corpo. Astoria envolveu-se de tal modo com aquela ação que não percebeu o ruído da porta.
Draco entrou no quarto e imediatamente ouviu os gemidos de prazer da esposa. Voou até a cama e a agarrou pelos cabelos, puxando sua cabeça para trás.
-O que você está fazendo, sua vadia? ― Puxou-a violentamente e a fez ficar de pé. As luzes foram acesas. Astoria olhava o teto, tal a força que Draco empreendia contra ela.
-Ai! Para, Draco! Está me machucando!
Ele a puxou para mais perto, seus rostos bem próximos, e disse quase cuspindo no rosto dela:
-Com quem você aprendeu isso, sua vagabunda? Com quem andou trepando?
-Com ninguém! Ninguém! ― ela respondeu desesperada. ―Aprendi sozinha!
-Mentira! ― Ele a atirou de volta à cama, descontrolado, e tirou o cinto. Astoria ficou ainda mais apavorada ao ver que ele tinha a intenção de lhe dar uma surra.
-Não, Draco, por favor! Eu posso explicar!
-Pode começar! ― Esticou o braço ao longo do corpo, o cinto pendendo em sua mão.
Astoria correu até o criado-mudo e retirou algumas revistas da gaveta. Abriu apressadamente uma delas, localizou a matéria que procurava, estendeu-a para o marido e sentou na cama, cobrindo-se com um lençol.
Ele deu uma rápida olhada e entendeu do que se tratava. Largou o cinto no chão e começou a rir.
-Não posso acreditar que você andou lendo isso. Revistas femininas trouxas!
A jovem baixou a cabeça, envergonhada. Tentou se cobrir ainda mais. Draco olhou revista por revista, vendo várias reportagens sobre o prazer feminino e a auto-estimulação das zonas erógenas. Convencendo-se da inocência da esposa, comentou:
-Você realmente é surpreendente.
Percebendo que o marido se acalmara, saiu lentamente da cama dirigindo-se ao banheiro, enrolada no lençol e completamente constrangida. Quando estava na porta do recinto, ouviu Draco chamando-a.
-Astoria?
-Sim? ― respondeu sem encará-lo.
Ele mordeu o lábio antes de dizer:
-Faz pra mim.
-O quê?
-Continua o que você estava fazendo. Eu quero ver.
-Não tem mais clima, tem?
-Eu vou arranjar o clima pra você.
Foi até ela e começou a beijá-la. Conduziu-a de volta à cama e arrancou o lençol de seu corpo. Fez com que ela se recostasse nos travesseiros e sentou-se na outra extremidade da cama, observando-a enquanto usava a varinha para baixar a luz do quarto.
Astoria timidamente recomeçou a tocar os seios. Estava se sentindo envergonhada, afinal, era muito diferente fazer aquilo sendo observada. Seu corpo estava completamente tenso sob o olhar ansioso de Draco.
Ele, por sua vez, era um voyeur atento. Um sorriso se desenhava em seus lábios a cada centímetro percorrido pelas mãos de Astoria, a cada vez que ela ofegava. Prestava atenção de modo quase didático.
-Relaxe, meu bem. Deixe seu corpo sentir.
Querendo ao mesmo tempo satisfazer o marido e terminar com aquilo, a jovem levou logo a mão à sua intimidade. De modo desajeitado recomeçou as carícias ali, e enfim seu corpo começou a corresponder como Draco desejava. "Gostosa", murmurou ele, já se despindo.
Em segundos ele estava na cama por cima dela, beijando-a e acompanhando a mão dela com a própria. Seus dedos ágeis e experientes uniram-se aos dela e acariciavam, excitavam e dominavam. Ela gemia, enlouquecida de prazer, enquanto ele lhe dizia, entre beijos ardentes e toques sensuais:
-Não precisa de revistas, meu bem. Eu te ensinarei tudo o que você precisar saber. Assim está bom? Está? ―ele dizia, experimentando vários toques, várias formas de lhe satisfazer, enquanto ela praticamente uivava enlouquecida.
Arfando, ela murmurou: "Eu quero você!" E Draco prontamente atendeu a seu pedido, primeiro acariciando-a com a boca. Depois, ficando de pé ao lado da cama e conduzindo-a até ele. Ela se ajoelhou e levou os lábios ao sexo dele, que acariciou os cabelos dela enquanto usufruía de todo o prazer que ela podia lhe proporcionar.
Finalmente Draco voltou a se deitar na cama e Astoria envolveu-o com suas pernas, trazendo-o para dentro de si. Não demoraram muito a se sentirem satisfeitos, depois de tudo o que haviam aprontado.
A noite que começara com um mal entendido terrível se transformara em um momento de sedução e desejo. Mais uma vez, o casal resolvia suas diferenças com sexo, movidos por condescendência e sensualidade.
Ao menos em um aspecto eles se entendiam em perfeita harmonia.
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