Beco Diagonal ― do seu jeito sempre
5 - Sentimentos

-Felicidades, meu bem.
Astoria espreguiçou-se e esfregou os olhos antes de fitar o marido. Então percebeu que ele lhe trouxera um enorme buquê de rosas vermelhas muito perfumadas.
-Draco! ― Exclamou. ― Você se lembrou!
-É claro que me lembrei, querida! ―Espantou-se ele. ― Ou você acha que eu deixaria nosso quarto aniversário de casamento passar em branco?
Draco entregou-lhe o buquê e ela o admirou completamente encantada.
-Obrigada! É lindo!
Os dois se beijaram longamente.
Instantes depois, uma empregada bateu à porta.
-Trouxe o café da manhã, como o senhor pediu.
-Ótimo! Pode entrar.
A empregada entrou no quarto com uma bandeja enorme e a colocou em uma mesinha.
-Nossa, Draco! Você caprichou! ― Ela estava encantada com o carinho que o marido estava demonstrando.
-Tudo pela minha linda esposa. ― Ele respondeu sorrindo. ― Hoje o dia é todo nosso. Vamos almoçar fora, sair para algum lugar, enfim, fazer o que você quiser.
-Que bom! ― Astoria exibiu um enorme sorriso, feliz por ter o marido todo para ela naquele dia. Dirigiu-se ao banheiro, ajeitou um pouco o rosto e os cabelos, para então tomar o café da manhã.
Passaram vários momentos recordando o dia do casamento e outras coisas acontecidas ao longo daqueles quatro anos. Os dois estavam felizes por terem conquistado uma grande harmonia durante os anos que se passaram. Relembravam coisas engraçadas, viagens e tudo o mais. Deixaram de lado as brigas que tinham devido aos ciúmes de Draco.
Após um longo tempo de conversas, Draco afirmou:
-No próximo ano comemoraremos nosso aniversário com uma segunda lua-de-mel.
-Não- rebateu Astoria, séria. ―No próximo ano estaremos em casa cuidando do nosso filho.
Draco suspirou.
-Não vamos falar disso agora.
-Vou engravidar este ano, Draco. ― Astoria prosseguiu resoluta. ― Não sei como, não sei de que jeito, mas vou lhe dar um filho.
Draco lançou-lhe um olhar condescendente.
-Tudo bem, querida, mas não vamos nos cobrar isso hoje, está bem?
Ela acenou positivamente com a cabeça e apertou a mão de Draco, apoiando-o.

[b:1urh9wlk]Três meses depois[/b:1urh9wlk]

Astoria se preparava para sair, enquanto Draco tomava banho antes de ir ao trabalho.
-Draco - ela chamou - onde estão os documentos que você pediu para eu guardar na sua pasta?
-Estão na primeira gaveta da mesa do escritório ― ele respondeu em meio ao som da água. ― Pegue pra mim ou vou esquecê-los.
Astoria foi até o escritório e localizou rapidamente os documentos, porém outra coisa lhe chamou a atenção.
Em cima da mesa havia um envelope branco timbrado e ela logo percebeu que se tratava de documentação médica, pois a palavra "clínica" saltou-lhe à vista. Achou estranho, pois não parecia coisa de bruxos. Foi até a porta do quarto certificar-se de que o marido ainda estava no banho e, ao confirmar, voltou rápido ao escritório. Não titubeou, foi logo abrindo o envelope. Se seu marido tinha problemas de saúde e não lhe comunicara, é porque estava acontecendo algo sério. Ao pegar o envelope, leu: Clínica Fertilidad ― especializada em reprodução humana.
Astoria ficou surpresa. Draco sempre se recusara a procurar médicos, primeiro por não querer se consultar com trouxas, segundo por acreditar que não havia problema algum com sua fertilidade. Mas ao que parecia, ele tinha ido a alguma consulta e sequer lhe comunicara. Sentiu-se enganada, mas queria saber mais. Abriu o envelope e encontrou uma folha. Não havia nenhuma informação relevante a respeito dos resultados, mas apenas um protocolo: a comprovação de que ele se submetera a uma bateria de exames.
Astoria sentiu um assomo de ternura pelo marido. Então ele também estava preocupado e considerava a hipótese de ter um problema, em vez de apenas culpá-la. Pensou que se ele não dividira com ela aquela preocupação, é porque isto lhe causava constrangimento.
Devolveu o envelope ao lugar, após observar a data prevista para a entrega dos resultados e decidiu não tocar naquele assunto antes de Draco partilhá-lo com ela.
Alguns dias depois, Draco chegou em casa com um aspecto cansado. Parecia arrasado. Beijou o rosto de Astoria e disse:
-Venha comigo. Precisamos conversar.
Entraram no quarto e sentaram-se. Draco não a encarava. Parecia muito angustiado.
Astoria ― começou ele ― eu resolvi fazer o que você me recomendou. Procurei um médico e fiz exames para tentar descobrir por que não consigo te engravidar.
Astoria ficou surpresa, não esperava que ele lhe contasse naquele momento, mas devido à notória tristeza que ele demonstrava não se animou muito.
-E então? O que descobriu?
Ela viu uma lágrima escorrendo pelo rosto do marido.
-Eu realmente tenho problemas. Tenho poucos espermatozóides, sei lá. ― Estendeu para ela o envelope com os resultados. ―É quase impossível eu conseguir te fazer um filho naturalmente.
Astoria jogou os exames em cima da cama e o abraçou com força. Ele chorou copiosamente em seus braços.
Ela sentiu uma dor enorme ao vê-lo sofrendo daquele jeito. Sabia que o sofrimento dele era o dela também. Queria se manter forte para apoiá-lo, mas o choque da notícia também a atingiu e logo ela também tinha lágrimas nos olhos.
-Tenha calma, querido. Nós vamos resolver isso.
-Resolver como, Astoria? Não posso ser pai. Não posso te dar um filho. Não posso dar prosseguimento ao nome da minha família. Sou um babaca infértil!
-Não diga isso. Você é um bom marido e eu vou ficar do seu lado te apoiando. O que os médicos disseram? Tem como tratar? Tem que haver alguma solução. Estamos no século XXI!
Draco suspirou com força. Astoria lhe ofereceu um copo d'água.
-Eles me disseram que há tratamentos. Mas são trouxas, Astoria, eu não confio neles.
-Querido, se esta for a solução, por que não tentar?
-Não quero trouxas invadindo o meu corpo.
-Draco...
-Não,Astoria! A gente vai continuar tentando, e vê no que dá.
-Mas se você está dizendo que tem problemas de fertilidade, como é que a gente vai conseguir, Draco? Não seja teimoso! Não vai ser bom nem para você e nem para mim agir como se nada estivesse acontecendo!
-Eu não vou deixar aqueles trouxas tocarem em mim! ― Explodiu Draco. ―Não quero saber, a gente vai tentando. Alguma coisa tem que acontecer. Olha... Eu não quero que ninguém saiba, tá?
-Está bem, querido, mas eu ainda acho que...
-Assunto encerrado. ― Cortou-a Draco, entrando no banheiro e fechando a porta.
Encostada na porta do lado de fora, Astoria ouvia os soluços de Draco, enquanto suas próprias lágrimas corriam por seu rosto.
Draco e Astoria não falaram mais no assunto. Embora ambos estivessem angustiados com a recente descoberta, nenhum dos dois tomou a iniciativa de conversar. Ele, por estar decidido a desafiar as probabilidades da natureza ao invés de permitir que trouxas o tocassem. Ela, por medo de ele se sentir pressionado e com isso gerar desentendimentos para o casal.
Diante daquele impasse, o tema passou a ameaçá-los silenciosamente como um muro que corria o risco de separá-los cada vez mais.

[center:1urh9wlk][b:1urh9wlk]***[/b:1urh9wlk][/center:1urh9wlk]
Quarta-feira, dia tradicionalmente dedicado por Draco aos amigos. E lá estava ele mais uma vez, em meio a uma partida de poker vencida com facilidade. Pausa para saborear alguns petiscos, bebericar e conversar.
-Draco ― dirigiu-se a ele um de seus amigos, Theodore Nott-na próxima semana vamos fazer a despedida de solteiro do Greg. Vai rolar uma festinha daquelas... Contamos com a sua presença, heim!
O louro riu.
-Finalmente Goyle parou de enrolar Eleonora e vai se casar.
-Pois é. Você vem, não é?
Draco respondeu pensativo:
-Não sei, cara. Estas coisas não são mais para mim.
-Por que? ― Espantou-se Nott.
-Sou um cara casado! ―Draco respondeu, entre divertido e irritado. ―Essas coisas são para solteiros fanfarrões como você.
-E daí? É só uma festinha, pra pegar umas vadias. Tua mulher nem vai ficar sabendo.
-Ela não vai, mas eu vou. E não sei se quero fazer isso com ela.
-Ah, qual é? Está com medo de não dar conta do recado? Porque, se for isso, eu posso te arrumar uns remedinhos...
-E eu lá sou homem de precisar de remedinho, Theodore? ―Irritou-se Draco. ― Eu daria conta de umas três e ainda pegaria a minha mulher quando chegasse em casa. Não é nada disso. É que eu não quero fazer nada que magoe Astoria. A gente já está com uns problemas, tem sido bem difícil pra nós encararmos, então, é bom não facilitar.
-Problemas, é? ―Indagou Theodore, tomando um gole de firewhisky . ― O que é que tá pegando?
Draco suspirou, pensando se deveria partilhar seus pensamentos com o amigo. Por fim, decidiu contar-lhe. Do seu jeito.
-Nós estamos tentando ter um filho, mas ela não consegue engravidar. Estamos preocupados com isso, já são quatro anos de casamento e nada.
-Tá difícil acertar a pontaria, Draco? ― Theodore disse e começou a rir, deixando Draco irritado.
-Porra, Nott! Estou falando sério e você vem com piada?
O amigo ficou desconcertado com a explosão de Draco.
-Desculpe, cara. Foi um comentário infeliz.
-Muito infeliz!
-Desculpe ― repetiu Theodore. ― Mas me diga cá uma coisa, vocês não estão brigando, se separando ou algo assim, não é?
-Claro que não. Eu gosto dela. A gente está tentando resolver.
-Que engraçado você afirmar que gosta dela. Não parecia gostar tanto na época em que se casaram.
-Eu gostava, mas era diferente. As coisas mudaram um pouco depois desses anos todos.
-Hum... Já vi que Astoria está fazendo a lição de casa direitinho. ― Comentou Theodore, maldoso.
-Não é só isso. ― Respondeu Draco. ― Não é só cama o que conta. Sem dúvida ela é muito gostosa, mas tem muito mais coisas envolvidas.
-Tipo o quê?
-Tipo o modo como ela se preocupa comigo. Ela cuida de mim, se esforça para ser agradável, é companheira.
Draco relaxou na poltrona e prosseguiu, imerso nos próprios pensamentos.
-Ela tem um sorriso lindo que deixa qualquer um tonto. Quando se arruma fica tão linda que dá até medo de tocar. Faz um barulhinho gostoso quando dorme, dá vontade de dormir grudado nela. O cheiro dela é maravilhoso. Nunca vi uma mulher acordar tão bonita, mesmo despenteada e de cara amassada. Ela tem um jeitinho de pentear o cabelo que é uma loucura. A cara dela quando está gozando é tão atraente que dá vontade de começar de novo, só pra ver outra vez. Às vezes ela mesma prepara chá para mim, e... Ei, do que é que você está rindo?
-Estou me lembrando de você curtindo a noite e dizendo que nunca iria parar. Quem te viu quem te vê... Agora é um homem apaixonado!
Draco o encarou com seriedade.
-Quem aqui falou em estar apaixonado? Está louco?
Theodore deu uma risada.
-Cara, olha o jeito como você fala dela! Todo encantado, cheio de firulas. Se isso não é estar apaixonado, é o quê?
-É sinal de que eu gosto dela, só isso. ― Retrucou o loiro. ― Mas tenho que confessar que estou me afeiçoando demais a Astoria. Tenho um pouco de medo disso.
-Medo? ―Espantou-se o amigo. - Medo de quê, homem?
-Medo de ela usar isso contra mim. Sabe como são as mulheres, não é? Manipuladoras e cheias de sortilégios.
-Então, meu caro, controle esse seu encanto, porque ao falar dela fica tão embasbacado que só se ela for muito burrinha para ainda não ter notado.
-Você só diz essas coisas porque é um sem vergonha que vive enrolando as garotas, mas quando se amarrar a uma delas vai ficar bem pior do que eu.
-Vai esperando! ―riu Theodore. ― Vou casar todos os meus amigos e me divertir muito antes de colocar aliança no dedo de alguém.
-Seu grande cretino!
Os dois começaram a rir e Draco deu um soquinho no braço de Theodore. Depois levantaram-se e voltaram à mesa, onde Goyle os chamava para retomar o jogo.

[b:1urh9wlk]Enquanto isso...[/b:1urh9wlk]

Astoria tinha passado a tarde na piscina com a irmã, Daphne. À noite, conversavam enquanto tomavam chá.
-Ah, Astoria! É tão ruim viver longe de você! Há quanto tempo não conversamos, não é?
-É verdade, irmã. Por que você tinha que se casar logo com um estrangeiro? Agora há um oceano de distância entre nós.
Daphne observou Astoria atentamente.
- Se eu não a conhecesse bem, acreditaria que está tudo ótimo em sua vida. Porém, como quase posso ler seus pensamentos, sei que tem algo causando essa ruguinha na sua testa. O que está havendo?
Astoria tentou disfarçar. Sorriu e respondeu:
-Nada, Daphne. Está tudo ótimo por aqui.
-Bela tentativa, mas não me convenceu nem por um segundo. Pode ir desembuchando.
Astoria suspirou.
-O que mais poderia ser? Draco e eu tentamos ter um filho desde que nos casamos, e até agora nem sinal de bebê. Já estamos indo para o quinto ano de casamento, ele está angustiado, quer desesperadamente ser pai, mas não conseguimos.
Daphne revirou os olhos, irritada.
-Se não conseguem ter filhos é porque um dos dois tem problemas de fertilidade, não é? Por Merlin, em que mundo vocês vivem? Tratem de procurar médicos e resolvam logo o problema!
-Esta é a questão. ― Comentou Astoria, triste. ―Draco não admite procurar médicos. Não confia em trouxas. Disse que devemos continuar tentando e ver no que vai dar. ― Ela parou de falar por alguns instantes, medindo as palavras: não queria contar para a irmã sobre os problemas que Draco tinha. ― Se o problema for ele, simplesmente não há como resolver.
-Há sim, querida. Sempre há. Cruze as pernas por duas semanas e duvido que ele não tome uma atitude!
Astoria riu, divertindo-se com a sinceridade da irmã. Então prosseguiu, retomando a melancolia:
-A verdade é que eu já me conformei, sabe? Nunca teremos filhos. É bom que eu me acostume à ideia.
-Astoria, por favor, não diga bobagens! Vocês são jovens e ricos! Está tudo nas suas mãos! Como você pode se conformar assim?
-Não quero brigar com Draco. Se ele não se convencer de procurar um médico, não há nada que eu possa fazer.
-Não acredito no que estou ouvindo. Francamente!Uma mulher linda como você, que poderia ter qualquer homem a seus pés, se conforma com a arrogância do Draco.
-Ele é o meu marido, Daphne! O que posso fazer? Quero que ele seja feliz. Não vou ficar criando problemas, ele já deve sofrer bastante por não conseguir realizar o sonho de ser pai. Eu também sonho em ser mãe, mas para ele é diferente, não é? Tem toda aquela coisa do nome da família, descendência... Queria tanto ser a mulher que vai lhe proporcionar isso!
Ela baixou a cabeça, mais uma vez dominada pela tristeza. Daphne a observava atentamente.
-Astoria. Ouvindo você falar assim, estou pensando. Não parece a mesma pessoa apavorada em se casar com Draco há quatro anos.
-As coisas mudam, não é? Você não passa tanto tempo dividindo a vida com alguém sem que isso tenha algumas conseqüências.
Ela deu um sorriso terno e ficou vermelha. Daphne sorriu animada.
-Quer dizer que você está...
-Totalmente.
Daphne sorriu, abraçando a irmã.
-Oh, Astoria! Isto é ótimo! Quando se deu conta?
Astoria sorriu timidamente.
-Ah, não sei dizer exatamente. Acho que um belo dia acordei e vi o quanto ele é importante para mim. Hoje as coisas são bem diferentes de quando nos casamos. Penso nele o tempo inteiro. Detesto quando o vejo com outras mulheres por perto, mas não deixo ele perceber que estou com ciúmes. Gosto do sorriso dele, do cheiro, me sinto protegida pelos braços dele. Já não consigo me imaginar sem ele.
-Isso coloca as coisas sob outro aspecto, não é? Quem diria que você um dia iria gostar dele? Ainda me lembro do quanto você chorou quando ficaram noivos. Lembra que você queria até jogar fora o anel de compromisso?
-É verdade. Ainda bem que não fiz isso e acabei começando a gostar do meu marido. E fico feliz que isso tenha acontecido.
-Já disse isso a ele?
-Claro que não!
-Por que não?
-Tenho receio de que ele fique confiante demais. ―respondeu Astoria, pensativa. ― Imagine só, ele ficaria muito seguro, achando que me tem nas mãos.
Daphne suspirou.
-As coisas mudam mesmo. Eu nunca teria apostado nestes acontecimentos.
Astoria riu.
-Engraçado, não é? Eu me casei contra a minha vontade, achei que tudo daria errado. Mas hoje posso dizer que eu o...
Antes que ela pudesse concluir a frase, ouviram o barulho da porta da sala se abrindo. Era Draco chegando.
-Boa noite, senhoras. Daphne ― cumprimentou ele, acenando. Astoria levantou-se e lhe deu um beijo rápido.
-Olá, querido! Achei que chegaria mais tarde. O que houve? O jogo estava ruim?
Ele a enlaçou pela cintura e disse baixinho no ouvido dela:
-Goyle teve que ir embora e terminamos mais cedo, então vim correndo pros braços da minha linda mulher.
Daphne, percebendo o clima entre o casal, levantou-se.
-Bem, agora que você não está mais sozinha, posso ir. Boa noite, Draco! Astoria, almoçamos juntas amanhã?
-Sim, é claro! Nos falamos pela manhã para combinar.
Draco observou enquanto Astoria acompanhava a irmã até a porta. Quando ela retornou, ele a enlaçou pela cintura e disse:
-Vamos aproveitar que mamãe não está em casa e jantar lá em cima?
-Por mim, está bem. Mas por quê?
-Estou muito cansado. Quero dormir logo.
-Ah. Que pena!
-Por quê? ― Surpreendeu-se Draco. Astoria sorriu.
-Eu queria namorar um pouquinho.
-Ah, isso podemos fazer. Que tal começarmos agora?
Ele a puxou para si e a beijou, sendo imediatamente correspondido. Depois dirigiram-se ao quarto, preparando-se para o jantar.Astoria estava muito feliz por Draco ter voltado mais cedo do encontro com os amigos. Após o jantar, ela se aconchegou entre os braços dele para conversarem e namorarem antes de dormir, e era difícil saber qual dos dois se sentia mais satisfeito com a presença do outro. E embora não soubessem das conversas com os amigos a respeito de seus sentimentos, ambos sentiam ternura e carinho ao se beijarem novamente, sem desconfiar que lenta e mutuamente ganhavam mais importância no coração de seu respectivo par.
Comentários
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  • 03/04/2012 17:51:15 Imagem de usuário genérica LilyGranger:

    EI!q hist. é essa de q as mulheres sao Manipuladoras e cheias de sortilégios. ???
    PS.O q significa sortilegios?tenho uma opiniao, mas... n sei c ta certa


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